Pra comer, beber e conversar

Nem sempre dá certo

Dezembro (passado), aniversário de namoro, segunda-feira! Desistimos de sair, pois o dia seguinte seria de trabalho, como todos os outros. Ficar em casa? Sim. Beber alguma coisa? Sim. Cozinhar? Então… segunda-feira é bem o dia que nossa faxineira vem, deixa tudo limpinho, cheirosinho… Não. Definitivamente cozinhar não era uma opção.

Coloquei a cabeça para funcionar, tentando encontrar alguma coisa gostosa, fácil, rápida e sem fogo. Pensei em uma salada Caprese, igual a que comemos no Térèze, Rio de Janeiro. Bacana para a entrada. Faltava o “prato principal”.

No mesmo dia, almocei no Rascal e comi um peixe muito gostoso. Um ceviche diferentão. Pronto, era isso que eu faria. Peixinho cru, molho com bastante limão para cozinhá-lo, maionese (light) pra dar um gostinho, cebolinha… Delícia.

Compras feitas, cheguei em casa e, depois das atividades diárias relacionadas à gata, já fui para a cozinha. E como cozinhar sem bebericar algo não tem graça, surge Ele com um vinho rosè, só pra começar os trabalhos. Serviu como nos verões da Europa (as revistas nos informam bastante!), com pedras de gelo no copo.

Rosé pra começar

A salada Caprese é muito fácil: tomates maduros, mussarela de búfala, pesto de azeitonas pretas e manjericão. Azeite, sal e está pronto. Arrumei bonitinho em um prato e ficou uma linda apresentação. Às vezes até parece que levo jeito pra coisa!

Minha salada Caprese
Arrumação na mesa de centro

Depois de terminarmos a salada, fomos fazer o peixe. Cortamos como se fosse sashimi, preparei um molho com limão, maionese e temperos. Juntei o molho ao peixe e dispus em taças de martini, como vimos no Spot.

Meu “ceviche”

A apresentação ficou muito bonita, mas o sabor, horroroso. Deus do céu! Quando colocávamos um pedaço na boca, parecia que o peixe ia crescendo, crescendo, crescendo… e não queria ir embora nunca! Não sabemos se estava cortado grosso demais, se havia algum segredinho no molho que eu deveria ter colocado e não coloquei, ou se o peixe estava ruim mesmo. O fato é que não conseguimos comer o peixe. E eu acho que, infelizmente, nunca descobrirei o que houve de errado. Pois quando tento uma coisa e ela não dá certo, traumatizo e não tento nunca mais. Se eu quiser comer o peixe novamente, vou ao Rascal que é certeza de sucesso.

Agora, a bebida. Que, claro, precisaria ser muito especial. Um ano antes, ganhei um champagne de um fornecedor. Rótulo bonito, todo diferente, merecia ser tomado em uma super comemoração. Decidi que nosso aniversário seria essa comemoração. Veja que garrafa linda.

Champanhe que esperou bastante

Quando experimentamos, hummm. Diferentinho, né? Decepcionou. Nunca tínhamos tomado Perrier-Jouet e descobrimos que ele é extremamente diferente de todos os outros champagnes que provamos. Ele é menos cítrico, menos ácido e mais “fechado” do que os outros. Claro que não tenho ideia de como explicar a sensação tecnicamente, afinal sou leiga no assunto. Mas a palavra “fechado” traduz minha sensação. Ouso até dizer que tinha notas de cogumelo (?????). Deixa algum sommelier ler essas barbaridades!

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