Pra comer, beber e conversar

Sábado à noite com visita especial

Desde que alugamos nosso apartamento na Vila Mariana, aguardamos uma visita especial: a cunhada que não mora em São Paulo e nunca havia nos visitado. O marido dela, que nos visita religiosamente no primeiro final-de-semana de cada mês (devido a um curso que faz em São Paulo), nunca havia conseguido arrastá-la para cá. Nem nós. Porém, após meses e meses de desculpas (esfarrapadíssimas por sinal), conseguimos! Ela veio!

Para comemorar tão especial ocasião, combinamos um jantar que deveria ser especial também. Para começar, Ele fez um dry martini para eles e as mulheres tomaram um tinto. Servimos torradinhas com queijo tipo camembert e geléia de pimenta, além das já conhecidas pastas de azeitonas pretas e alcachofra. Mais uma vez, a inexperiência no quesito blog impediu que tirássemos fotos desse aperitivo em casa. Mas a intenção é melhorarmos e nos “profissionalizarmos” um pouquinho.


O restaurante escolhido para a noite foi o D’Olivino, no Jardins. O ambiente é bem bacana, todo revestido de pedras e com pé direito alto. Confesso que não é a melhor escolha para uma noite fria (como estava), mas valeu pela elegância do local. Como os “amadores” aqui não tiraram fotos do ambiente, estou colocando abaixo uma achada na internet (Nossa mesa era a redonda, bem em frente à árvore).

A entrada é composta por uma cesta de pães variados, acompanhada por 3 tipos de azeites diferentes e pastinhas (não conseguimos distinguir o sabor, mas eram ótimas). Além disso, serviram um pequeno bolinho de carne com especiarias (lembrou muito um kibe assado) e cuscuz marroquino. O vinho escolhido para acompanhar, levado por nós, foi o Primitivo di Manduria, um italiano com aroma de frutas maduras, compota, etc.

Como o outro vinho que tomaríamos também seria um tinto, inclusive mais encorpado que o primeiro, a pedida foi carne para todos. Ele pediu miolo de alcatra com aspargos e batata gratinada. Ela pediu filet com risoto.


Os pratos estavam bem saborosos, mas os molhos que acompanhavam os dois tipos de carne pareciam ter sido feito juntos. Sem muita diferenciação, pareciam molhos meio “padrão”.

O vinho que acompanhou o prato principal foi um Marqués de Riscal. Espanhol intenso, com aromas potentes de caramelo e fruta em compota. Este vinho nos traz ótimas lembranças, pois o experimentamos no Mercado de San Miguel em Madrid. Colocamos algumas fotos abaixo.

  Para finalizar, a sobremesa foi uma Panna cotta, para matar a saudade.

 

O jantar correu muito bem, a companhia e o papo estavam ótimos. Com relação ao D’Olivino, nossa opinião é que o restaurante é um tanto caro. Já comemos pratos tão bons quanto ou até melhores, em restaurantes do mesmo nível, por preços mais baixos. Muito provavelmente não será opção para retorno daqui a algum tempo.

Quanto à visita especial, adoramos e aguardamos repeteco na casa nova!

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